segunda-feira, 12 de novembro de 2012

ERA UMA VEZ MINHA VIDA SEXUAL: Minhas histórias com homens casados – parte II



Antes de eu ser alcoolatra e gostar de garçom (inconscientemente é uma atração funcional, vamos combinar, né?)  eu curtia pegar caras que pudessem me prover serviços variados… Eu sempre tive um quê de nerd e costumava frequentar uma lan house lá perto de casa para jogar CS ou Age of Empires, fazer viradão jogando, etc etc etc…



Só que o vício era tão grande que começou a pesar no orçamento. Foi aí que comecei a pegar o dono da lan house. Não que tenha uma relação de causa e efeito entre essas duas sentenças… Jamais…

Um dia ele se ofereceu para consertar meu computador que estava com vírus pela enésima vez (lembram do kazaa? Que merda que era aquele programa…), aí Instalação vai, instalação vem, ele resolveu me fazer uma massagem e afinal, acabei dando. Vocês dão por falta do que fazer? Eu tenho esse problema seríssimo, tenho a capacidade de dar por pura falta de coisa melhor pra fazer.
Ele era feio, baixo, sem bunda, não era rico, a única coisa que podia me proporcionar eram horas de graça na lan house. Continuei dando pra ele por uns bons  meses, até que ele começou a me stalkear, ligava pra minha casa só para saber se eu já tinha chegado, queria saber onde eu estava, o que estava fazendo… Até que finalmente deve ter encontrado coisa melhor pra fazer de fato e larguei ele de mão…
Homem casado só presta quando não enche o saco nem arruma problema porque, pra ter dor de cabeça, é melhor ficar batendo cabeça com homem solteiro mesmo. Não é?

E vocês, já tiveram experiências com homens casados?

sábado, 10 de novembro de 2012

CINEMA E TV: Secretary


Para quem gosta de aventuras sexuais, aqui vai um filme interessantíssimo: Secretary. Ele não se encaixa nem em drama nem em comédia, ou, na verdade, se encaixe nos dois! É um filme de 2002, com James Spader e Maggie Gyllenhaal. Ela é uma menina que acaba de sair de um hospital psiquiátrico e procura emprego em um escritório de advocacia. Será a única secretária capaz de permanecer no cargo, já que a relação entre ela e o patrão culmina numa relação sexual D/S, dominador/submisso, em cujo papel ela se encaixa perfeitamente.
A Maggie Gyllenhaal dá um show nesse filme! Vale a pena conferir!

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

ERA UMA VEZ MINHA VIDA SEXUAL: Minhas histórias com homens casados – parte I

Teve uma época na minha vida, entre o cursinho e o início da faculdade, eu estava com um surto no qual só atraía homem casado. Eu até queria namorar uns menininhos, mas só atraía coisa que não prestava… Eu acredito piamente que a gente atrai o que a gente mais deseja, portanto, hoje, olhando para trás, vejo que eu estava mesmo é na putaria, mas não queria assumir.
No cursinho, eu peguei 3 professores: o de matemática, o de biologia e o de georgrafia. Provavelmente pegar um levou à indicação para pegar os outros, fico até imaginando as conversas na sala dos professores… A única certeza era que coisas boas eram ditas…

Como ficava sempre entre os primeiros 5 colocados nos simulados, ganhava aulas com os nerds aos domingos, aulas extras, só para os melhores, mas eu sempre estava de ressaca ou ainda bêbada depois do baile funk, agarrava o professor de matemática no primeiro horário e o de biologia no último. 
O professor de matemática particularmente foi uma paixão doentia que durou uns bons meses. Ele ia lá pra casa, almoçava comigo, tinha até escova de dentes cativa no armário do me banheiro. Lavava a louça, me comia (não necessariamente nessa ordem) e ia dar aula…
 
…para a minha turma…

Eu chegava de cabelo molhado com a cara mais lavada do mundo sentava na frente e ficava admirando a bunda dele.
 
À noite, quando ele voltava das aulas, passava lá em casa antes de ir para casa. Até o dia que a mulher, esperta (os homens realmente nos subestimam, né?), foi fuçar a conta de celular do marido e achou váááárias ligações para o meu celular, inclusive uma de hoooooras num sábado… Ligou para mim, tirou satisfações, eu me caguei toda e jurei que nunca mais daria para ele. Durou 12 horas a minha promessa.
 
Continuamos nos comendo, volta e meia passávamos por situações constrangedoras, nos encontrávamos nos restaurantes ou no supermercado, ele com a mulher, eu com as minhas amigas e ficava aquele climããããão maldito…
 
Até que um dia ele bêbado se declarou pra mim, fingiu ter cogitado a hipótese de largar a mulher e me comeu como nunca, me encheu de tapas na bunda e eu cheguei completamente roxa na praia! ADOOOOORO!!! Depois disso, eu entrei na faculdade e comecei a pegar os professores universitários, ou seja, amadureci… Até que um dia conheci um carinha, bem manezinho, e comecei a namorar.
Ele achava que era DJ e em uma das noites em que ele estava tocando, quem vai lá prestigiar?? O tal professor, acompanhado de mulher, cunhado, cunhada, papagaio e periquito… Ele era melhor amigo do meu atual namorado (com o qual eu já estava até morando junto), amiguinhos de infânica. Eu congelei.
A mulher dele logo grudou em mim, me adorou e me contou toda a vida dela. Ia para o banheiro comigo de mão dada, as duas escoltadas pelo professor cara de pau. Fiquei louca nesse dia, bebi horrores, dei um piti, botei dedo na cara dele, gritei, xinguei.. E me libertei.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

ERA UMA VEZ A MINHA VIDA SEXUAL: Os efeitos do Manuel

Como vocês bem devem saber, há uns anos atrás, meu colegas de apartamento, vendo o meu desespero por falta de sexo, me deram um vibrador de aniversário. Aquele foi um marco na minha vida: tem a Christiane L antes do vibrador e a Christiane L depois do vibrador.
Dei para ele o nome de Manuel, em homenagem ao país que, naquele momento me hospedava e que me deixava tão cruelmente sem sexo…
O único problema era o fato de o Manuel não entrar em mim, embora eu seja larga, ele é enorme e não tem Ky certo… Eu também não sinto lá tanta necessidade de enfiar ele não, pra enterrar tem pinto de carne e músculo, mas o Manuel VIBRA. Gente, isso não tem preço. Se homem vibrasse e não falasse ninguém teria parado pra inventar vibrador! Mas homem fala, fala merda pra caralho e não sabe vibrar!

Com isso a existência do vibrador na vida da mulherada se tornou INDISPENSÁVEL.

Ficava com o Manuel vibrando na hora de estudar, na hora de ver tv, sempre que eu podia, ficava brincando com ele e tal… Minha carência de pinto diminuiu consideravelmente nessa época, até que comecei a sentir os efeitos colaterais do meu vício:
No ônibus, no trem, no carro, qualquer coisa que vibrasse embaixo de mim, me dava onda. E foi numa época em que eu ia toda semana de trem ter aula em uma cidade a 100km de onde eu morava. Já pensou? Uma hora de puro prazer… Eu dava umas risadinhas e as pessoas olhavam para a minha cara sem entender o que estava acontecendo. Principalmente porque eu morava – como já disse – num país em que as pessoas não sabem muito bem sorrir…
E você? Curte um briquedinho??