Mostrando postagens com marcador Consultoria. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Consultoria. Mostrar todas as postagens

sábado, 27 de outubro de 2012

CONSULTORIA: Tutorial boquete e punheta

Eu adoro chupar pau. Adoro mesmo. Tenho todo gosto. Se o cara merecer (num estágio muito evoluído do relacionamento) até engulo! Amo olhar pra um pau enorme, lindo, duro, veiudo e enfiar todo na boca.

Mas comecei a perceber que eu nunca criei uma teoria para isso. Ou seja, eu não tenho técnica. Eu simplesmente me aproveito do fato de que todo homem, imprescindivelmente, vai gostar de uma mulher chupando o seu pau.

Aí resolvi perguntar para alguns amigos do que que eles mais gostam na hora das preliminares, mais especificamente no boquete e na punheta.

1. Como uma mulher deve tocar punheta? (como deve ser o movimento, a pressão, onde segurar, se mais perto da cabeça ou do talo...).

Zezinho: Nas punhetas que eu bato, geralmente eu também tento perceber os pontos sensíveis do pau. É claro que no fim é só socação, mas, enquanto isso não acontece, é imprescindível captar os pontos sensíveis. E quem faz isso? Os dedos. Geralmente, eu pego bem no meio (pra não forçar muito no início) e deixo os dedos passando por toooooooooooda a cabeça do pau e procurando os pontos sensíveis (como a língua faz no boquete). Quando a cabecinha estiver bem sensível, eu vou fazendo com que os dedos toquem toda a cabeça, alisando-a de leve, apertando um pouquinho e tal. O dedo mindinho é ótimo pra isso. E no final, na hora de gozar, eu também faço isso... É de morrer de tanto prazer!

Luizinho: Uma dica boa: é mais fácil errar tentando ser gentil. Um caralho não é lá muito frágil pra você ficar com medo de o sufocar, apesar de que também não precisa usar sua força toda, apenas vá sem medo. Outra boa ideia é evitar de encostar na cabeça, que é mais sensível do que a pele. Lembre que nada se compara a um belo boquete, então use essa dica dentro do cinema, mas se estiver entre quatro paredes caia de boca.

Joãozinho: Não existe isso. Você ser punhetado por uma mulher é um momento triste, porque significa que ela está com nojinho de chupar. E chupar é o que a massa quer. Você pode até começar punhetando pro cidadão ir criando espectativa "ah será q ela n vai chupar?" O risco é não durar muito quando ele perceber que vai. E tem q ter lubrificação, óleos e tal, ou então..... baba

2. Como a mulher deve pagar um boquete para que seja perfeito?


Zezinho: Um boquete perfeito, a meu ver, consiste num processo muito vagaroso - nada de pressa, de grosseria. o pênis é um órgão sensível! Ao começar a fazer o boquete, a boca deve encostar de leve no pau, como quem não quer nada, e ir caçando os pontos sensíveis do homem que, geralmente, estão na cabecinha do pênis, bem na "aba" da glande. Feito isto, já é possível começar a chupar o pau bem devagarinho, chegando ao talo aos poucos. Quando esse processo estiver feito, os movimentos devem ser acelerados progressivamente para que o homem se excite também progressivamente e sinta cada movimento que a boca faz no pau. Quando a coisa estiver pegando fogo e a boca for na cabeça (naquele clássico movimento sobe e desce), a língua vai pegar justamente naqueles pontos sensíveis já encontrados no início (lembram?), e vai acariciar exatamente esses lugares. Boquete é sem pressa, ok?!

Manezinho: Boquete bom é aquele feito com gosto, quando a mulher põe a boca com vontade e não quer largar. Uma olhadinha para o felizardo também é sensacional quando visto de cima. Claro que cada um tem suas preferências, e eu vou ser polêmico ao dizer que não acho muita graça que chupem as bolas. Além de essa ser uma região mais sensível, o famoso "tea bagging" me parece sair um pouco do foco (o meu impávido colosso).

No Casal Sem Vergonha (eu adoooro esse blog) tem um tutorial ilustrado para pagar boquete.

Só me confunde na hora de pegar com a mão, em homem de pau pequeno faz como?? Vai no dedinho?

E para concluir um videozinho: esse é demais!


sábado, 20 de outubro de 2012

CONSULTORIA: Mitos sobre a masturbação

Eu não consigo entender como é que os mesmos argumentos para impedir a masturbação de séculos atrás possam ser utilizados até hoje para reprimir os filhos de se masturbar. Masturbar é a maneira que a gente tem de conhecer nosso próprio corpo, saber como sentimos prazer e nos prepararmos para a vida sexual a dois (três, quatro…).



E para poder impedir que filhos se masturbassem, neguinho inventou de tudo. E fica reproduzindo até hoje…



Masturbação causa acne

Sério que ninguém nunca se questionou a relação de causa e consequência?


Masturbação faz crescer pelos nas mãos

Opa, Lobisômem, seu punheiteiro…


Masturbação causa cegueira

Um dia me disseram que tinha lógica: o cara goza pra cima e bate no olho! Eita, gozada deliciosa, meu deus!!! Essa daí pode entrar pro Guiness.


Masturbação causa impotência e infertilidade

WTF???

Masturbação causa perda de memória, insanidade e vicia

Pode se tornar compulsão sim, mas todas as outras coisas da vida também podem
Masturbação deixa um braço maior que o outro

Marombeiros do meu Brasil, aprendam a tocar de esquerda, por favor…


Masturbação faz crescer o peito em homens

Travestis punheteiros negam


Masturbação causa artrose e calvície

Sim, se você não arrumar urgentemente uma mulher pra comer, vai ficar careca de tanto se punhetar…


Masturbação provoca sangramentos na urina

Tá tocando siririca com a unha, minha filha?


Masturbação aumenta o tamanho o pênis

Homens de pinto pequeno negam


Masturbação afina o pênis

Homens de pinto grosso, parem de tocar punheta e venham aqui pra casa!

Fonte


quinta-feira, 11 de outubro de 2012

CONSULTORIA: Gordinha não pode sensualizar



Essa semana duas pessoas vieram reclamar exatamente da mesma coisa: estou gordinha e para sensualizar vou esperar emagrecer. 

Ahn? Esperar emagrecer pra sensualizar??? Queria saber aqui (aliás, amanhã vai ter enquete sobre isso!) se os homens estão realmente preocupados com as gordurinhas a mais das mulheres.

Tá, posso até entender que, com os padrões ditados pela moda hoje em dia, 90% queira uma magrinha com corpo escultural, mas isso impede alguém de comer mulher com carne pra apertar?

Eu sempre fui magrinha, linda, durinha. Depois chegou uma época em que virei mulherzinha, a celulite apareceu, o peito deu uma certa, digamos, assentada (não, ele não caiu), a barriguinha fez aquela alça que homem adora apertar quando te come de quatro.

E eu dou muito mais gostoso agora do que na época... E os homens ficam muito mais loucos agora do que na época...

Desde muito cedo, com o meu interesse por sexo, comecei a ler para me informar sobre o assunto (naquela época não tinha xvideos, que tristeza...). Aí me deparei com esse livro: 203 maneiras de enlouquecer um homem na cama.

Fora as dicas de como amarrar o cara na cama com meia-calça e passar leite condensado pra pagar boquete, foi o prefácio do livro que, de fato, mudou minha vida: 



Esse é o nosso lema: “O bom sexo não começa em seu corpo ou sua vagina. O bom sexo começa em sua cabeça!”

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

CONSULTORIA: Cougar Town



Na língua inglesa temos uma palavra certa para indicar esse tipo de mulher: COUGAR. O nome se refere a mulheres de mais de 35 anos que se relacionam com homens significamente mais jovens do que elas. Segundo o IBGE, desde 2008, as pesquisas apontam um crescimento no número de casamentos que apresentam a mulher alguns anos mais velha que o marido.

Mas o preconceito ainda é grande, um pouco pela pressão social, um pouco pela cobrança interna. Sobretudo das próprias mulheres que, aos trinta/quarenta, passam ainda por momentos de afirmação da própria liberdade e independência. 

"O comportamento e o discurso da sociedade mudaram, mas os valores ainda resistem", diz a antropóloga Mirian Goldenberg, professora na UFRJ e autora de "Toda Mulher É Meio Leila Diniz" (Editora BestBolso), que fala sobre a libertação sexual e emancipação feminina. Ela afirma que rapazes que se relacionam com mulheres maduras têm mais admiração por suas parceiras do que os demais. "Eles são muito apaixonados. Poderiam ter a mais jovem, mas preferem a mais velha, mesmo sabendo que é uma relação estigmatizada ", diz. 

Para o psicólogo Paulo Geraldo Tessarioli, muitas mulheres descobrem o sexo na faixa dos 40 ou 50 anos, pois se casaram cedo e pouco experientes. Depois que se separam, encontram um homem mais novo para viver o que perderam. E são as separadas, como Muricy [da novela Avenida Brasil], que sofrem ainda mais com a discriminação. 

Porém, na maioria das vezes, as que seguem o coração não se arrependem da experiência de um amor mais jovem. Os principais elogios aos “novinhos” são: sexo mais animado e com maior frequência; vida social agitada e novas amizades; a valorização do parceiro à experiência da mulher e maior carinho e atenção por parte dele.

Mas ATENÇÃO:

A mulher que namora um homem mais novo deve estar atenta para não fazer o papel de sua mãe. Deve respeitar as opiniões dele tendo em mente que está se relacionando com alguém que não tem a sua maturidade. Querer que um rostinho de 18 anos tenha a cabeça de um homem de 40 é querer juntar dois homens diferentes e transformá-lo em um objeto dos sonhos. A mulher deve aprender a valorizar o que ele ser tem de melhor: sua jovialidade, a cabeça bem menos cheia de problemas que os mais velhos e verá que é perfeitamente possível ser muito feliz com alguém com bem menos idade.

“Quanto mais mulheres se libertarem, menos preconceito haverá”, diz antropóloga Luciana Saddi, membro da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo.


Na história:

A Cougar mais emblemática da nossa história – não, não estou falando da Susana Vieira – ao meu ver é a Chiquinha Gonzaga.



Nas novelas:

Em Avenida Brasil, Muricy se separa de Leleco e começa a namorar o saradíssimo Adauto. Burro, mas sarada e absolutamente apaixonado por ela.

Laura Guimarães, a personagem da Letícia Spiller, em Malhação se apaixona por um home mais novo, com a idade do seu falecido filho.


Nas séries:

Coutney Cox, a Monica de Friends (eu AMO Friends), volta às telinhas em uma série super bem humorada, CougarTown, ela é Jules, que se separado marido e engata um romance com um amigo do casal, o Grayson, todos permanecem amigos, mas ela tem que lidar com o problema de não querer ter mais filhos, enquanto ele tem o desejo de ser pai.


No cinema:

No filme “I Could Never Be YourWoman”, de 2006 (em português “Nunca é Tarde Para Amar”, a protagonista Rosie, representada por Michelle Pfeiffer, também se apaixona por um homem mais novo. 



Fontes:


quarta-feira, 19 de setembro de 2012

CONSULTORIA: "Fui criada para casar"

Olá pessoas! 

Essa semana foi publicada essa carta na Revista Época, uma amiga me mandou, pois achou a cara do Rendez Vous e a minha, por isso vim compartilhá-la aqui com vocês!!!

“Fui criada pra casar. Virgem. Formada. Encaminhada. Fui criada pra agradar. O pai. A mãe. O professor. O marido. Na infância, a escola e a música me salvaram de uma vida mais monótona. A primeira me ensinou a pensar de uma maneira especial. A segunda me mostrou que o coração também fala.

Fui criada com muito amor. Mãe e pai presentes. Casa arrumada. Família. Igreja. Fui criada pra casar e pra agradar o outro. E agradei vários. A madrinha, a professora, a mãe da amiga, o vizinho idoso, o vendedor de cuzcuz na praia. Educada, cordata, menina humana, bom coração e boa gente, diziam.

Casei uma vez. Casei duas vezes. Homens maravilhosos, que me deram três presentes preciosos. A missão deles: a impossível. Completar aquela mulher criada pra casar. E a minha, a mais impossível de todas: agradá-los, agradá-los, agradá-los. Nesse universo intangível de expectativas, só um milagre deixaria todos satisfeitos por uma vida inteira.

Fui feliz com as metades que encontrei na vida (não é assim que dizem, “cara-metade”?). Pelo tempo que foi possível. Esse negócio de dizer que casamento não deu certo é autocomiseração. Sempre dá certo, sim. Pelo tempo que dura. Entramos de um jeito e saímos de outro. Sempre melhores que antes. Mais maduros, mais experientes, mais interessantes. E ainda levamos um pedaço do outro com a gente mesmo que esse outro nunca mais queira olhar na nossa cara. Uma doação irreversível que nos fazem. E, mesmo que não queira, o outro também leva um pedaço da gente. Inevitável.  

Mas aprendi uma coisa. Não vou criar filhos pra casar. Aprendi que a minha outra metade sou eu. Que, se não estiver inteira, não posso dividir a minha vida com ninguém. Aprendi que, depois que essa história de buscar a metade resultou mesmo foi no milagre da multiplicação (três pessoinhas), a minha missão agora é hercúlea. Preciso ajudar meus filhos a ser inteiros. Dou-lhes casa, estudo, amor incondicional e a família que posso dar. Erro, choro, quebro a cara, me desespero. Mas preciso estar inteira pra eles. É o exemplo que desejo dar. Quero que sejam capazes de se conhecer, de saber do que gostam e de se amar. Quero que sejam inteiros para dividir o tempo, o sol, a brisa, a vida. Nunca eles mesmos.

Nessa missão de estar inteira para eles e para mim, daqui pra frente ninguém mais me parte no meio ou em pedacinhos. E isso não é arrogância. Ainda vou chorar muito de amor. Pelo não correspondido, pelo que acabou, pelo que nem começou. Mas o maior presente de me aproximar dos 40 anos é ter a liberdade de amar sem expectativa. Aprendi que se me dou sem esperar volta sou muito mais feliz. Aprendi que gosto mesmo é quando gostam de mim porque sou inteira. Por uma noite, por um mês, por um ano. Apaixono-me loucamente pelo colega de trabalho, pelo cantor de ópera, pelo pianista do bar, pelo professor da pós-graduação. Amores possíveis e impossíveis. Enquanto me sentir plena, integral e estiverem gostando, está valendo. Se perceber que preciso abandonar alguma parte de mim no caminho para continuarem gostando, desisto. Enquanto eu permaneço inteira, o que recebo do outro é lucro. Se me parto em pedaços, aí já viu…

Aprendi que não preciso precisar do outro. E essa lição foi dura. Tenho que refazê-la a cada dia, é verdade. Afinal, não sou aluna nota dez, como me disseram na infância. Mas o enunciado da prova está colado na parede do meu quarto: seja inteira, seja inteira, seja inteira. Voltei a tocar flauta e retomei os estudos. Sou mais feliz com a música e quando tenho livros por perto. Viagens 0800 das mais prazerosas. Quero que meus filhos se orgulhem de mim. Espero poder vê-los felizes, inteiros e capazes de fazer o outro feliz enquanto isso for possível. Sim, fui criada pra casar. Mas não crio filhos pra casar.      

Gisele Rodrigues”